O mito do amor proibido entre Romeu e Julieta por Shakespeare, é comovente...
Mas, o amor proibido entre Isabella Marie Swan e Edward Cullen, na coleção/quatro volumes de "O Crepúsculo" de Stephenie Meyer, me entusiasma.
Aprovei a leitura dos dois volumes iniciais da série: "O Crepúsculo" e "Lua Nova".
O enredo é construído na lendária, mitológica ficção das entidades que se alegram em tornar amaldiçoado os escolhidos, arrancando-lhes a paz...
Sthephenie, exibe habilidosa criatividade em suspense de ávida ação, motivo, pelo qual, a trama é consumida vorazmente!
O personagem principal, Edward Cullen, atrai o público feminino pela construção de magníficas características de personalidade...
O caráter íntegro, moldado por um sentimento de repulsa aos padrões de seu mundo,relicário de pérfidas regras...
Sofrimento, disciplina marcam o seus cento e dez anos de existência...
A ética é virtude e pacto no clã dos Cullens...
Esta humaniza uma descendência amaldiçoada, por não querer, saber controlar a fome insaciável de ter o poder sobre a alma alheia...
Enfim, a paixão inflamada de Edward por Bella cobrindo-a de proteção, carinho, devoção...
Tá legal...
O Jacob também tem poder!
Venho tão fascinada pela leitura de "Lua Nova" que, mesmo não tendo tempo nenhum para me dedicar à leitura da obra, tenho me virado perfeitamente...
Nos poucos momentos que me sinto livre, como nos horários da novela das 20:00h, ou mesmo quando estou em deslocamento pela cidade de ônibus, metrô, carro ou táxi, lá estou eu de livro em punho sorvendo letra a letra toda a magia que tem encantado meninos(as), mulheres e homens...
Mas tenho que confessar!
Miss Meyer, eu a traí!
Foi numa manhã...
Estava arrumando a sala do escritório de Engenharia, em que trabalho, quando descobri em uma caixa vários livros...
Eles pertencem à minha irmã mais velha...
Curiosa olhei para aqueles livros todos, e não me contive, peguei um deles para ler.
Fui direto na sinopse do escritor, lá Baudelaire conclui sobre o autor, Théophile Gautier, como sendo um dos maiores do passado, um modelo para aqueles que virão, um diamante cada vez mais raro em uma época ébria de ignorância e matéria, um perfeito homem de letras.
Tocada pelos elogios do poeta, larguei o volume de Stephenie, "Lua Nova", comecei a devorar o pequeno volume e tive que dar razão à minha prima Bella Gonçalves sobre a preferência dela aos clássicos...
A resenha de "Arria Marcella" - Lembrança de Pompéia - novela fantástica lançada em 1852, narra quando numa noite do séc. XIX, penetrando sozinho no sítio arqueológico de Pompéia, Octavien, depara-se com a cidade pulsando de vida pouco antes da destruição, e lá se apaixona por uma belíssima jovem patrícia, Arria Marcella...
Um prato cheio para aqueles que amam a poesia, a história, a arte, a literatura...
Mas, o amor proibido entre Isabella Marie Swan e Edward Cullen, na coleção/quatro volumes de "O Crepúsculo" de Stephenie Meyer, me entusiasma.
Aprovei a leitura dos dois volumes iniciais da série: "O Crepúsculo" e "Lua Nova".
O enredo é construído na lendária, mitológica ficção das entidades que se alegram em tornar amaldiçoado os escolhidos, arrancando-lhes a paz...
Sthephenie, exibe habilidosa criatividade em suspense de ávida ação, motivo, pelo qual, a trama é consumida vorazmente!
O personagem principal, Edward Cullen, atrai o público feminino pela construção de magníficas características de personalidade...
O caráter íntegro, moldado por um sentimento de repulsa aos padrões de seu mundo,relicário de pérfidas regras...
Sofrimento, disciplina marcam o seus cento e dez anos de existência...
A ética é virtude e pacto no clã dos Cullens...
Esta humaniza uma descendência amaldiçoada, por não querer, saber controlar a fome insaciável de ter o poder sobre a alma alheia...
Enfim, a paixão inflamada de Edward por Bella cobrindo-a de proteção, carinho, devoção...
Tá legal...
O Jacob também tem poder!
Venho tão fascinada pela leitura de "Lua Nova" que, mesmo não tendo tempo nenhum para me dedicar à leitura da obra, tenho me virado perfeitamente...
Nos poucos momentos que me sinto livre, como nos horários da novela das 20:00h, ou mesmo quando estou em deslocamento pela cidade de ônibus, metrô, carro ou táxi, lá estou eu de livro em punho sorvendo letra a letra toda a magia que tem encantado meninos(as), mulheres e homens...
Mas tenho que confessar!
Miss Meyer, eu a traí!
Foi numa manhã...
Estava arrumando a sala do escritório de Engenharia, em que trabalho, quando descobri em uma caixa vários livros...
Eles pertencem à minha irmã mais velha...
Curiosa olhei para aqueles livros todos, e não me contive, peguei um deles para ler.
Fui direto na sinopse do escritor, lá Baudelaire conclui sobre o autor, Théophile Gautier, como sendo um dos maiores do passado, um modelo para aqueles que virão, um diamante cada vez mais raro em uma época ébria de ignorância e matéria, um perfeito homem de letras.
Tocada pelos elogios do poeta, larguei o volume de Stephenie, "Lua Nova", comecei a devorar o pequeno volume e tive que dar razão à minha prima Bella Gonçalves sobre a preferência dela aos clássicos...
A resenha de "Arria Marcella" - Lembrança de Pompéia - novela fantástica lançada em 1852, narra quando numa noite do séc. XIX, penetrando sozinho no sítio arqueológico de Pompéia, Octavien, depara-se com a cidade pulsando de vida pouco antes da destruição, e lá se apaixona por uma belíssima jovem patrícia, Arria Marcella...
Um prato cheio para aqueles que amam a poesia, a história, a arte, a literatura...
Também senti-me seduzida a mergulhar nos romances após a leitura da saga Crepúsculo. Tanto que entrei num projeto Shakespeare, começando por Sonho de uma Noite de Verão. Embora contemporânea, a literatura de Meyer tem referências (algumas expressas, outras implícitas) à literatura clássica, essa sim verdadeiramente inspiradora.
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