O momento vivido por Puig na Espanha na década de 60, entrelaça-se com o clima de insurreição vivida pelos franceses do governo "De Gaulle", no Maio de 1968 (greve geral na França que assumiu proporções revolucionárias).
O jovem Puig formado em Ciências Econômicas faz serviço militar em Ibiza, porém episódios decisivos o fazem envolver-se com a luta contra a ditadura franquista: O Maio de 1968 e a morte do estudante Enrique Ruano.
Incorpora-se a organização "Iberian Liberation Moviment" integrando o seu braço armado.
Em operação preparada por policiais para prender militantes contrários ao regime franquista, ele é pego no dia 25 de Setembro de 1973, em Barcelona.
Na prisão é julgado pelo Conselho de Guerra do regime sendo acusado de ser o responsável pelo disparo que fere e mata o policial civil.
Puig Antich é sentenciado com a pena máxima concedida aos que praticam crimes hediondos, barbáries...
Apesar do esforço de muitos que agiram para que fosse concedido-lhe o indulto pelo general Franco, o regime franquista o manda executar friamente, através de um procedimento sórdido, repulsivo, estrangulando o jovem anarquista através do garrote vil sendo ele, a última pessoa da Espanha a ter sido submetida a esta pena capital a qual todos devemos repudiar e lutar para que jamais venha a ser utilizada em qualquer nação do planeta Terra.
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