Obra cinematográfica, ano 1986, vencedor do Oscar melhor filme estrangeiro, Denys Arcand roteirista e diretor...
O roteiro é traçado para ser pensado o modo de vida de um grupo de pessoas pertencentes ao seleto mundo de intelectuais das Universidades do Quebec, Canadá.
Enquanto preparam o jantar, dois heteros, um homossexual e um bi-sexual discutem seus relacionamentos amorosos...
Em uma academia de ginástica, duas heteros e duas bi-sexuais do mesmo grupo, confessam suas fantasias amorosas...
A característica que mais se destaca no roteiro: a sede de vida do grupo buscada no sexo, apelando para o prazer carnal, sem traumas, sem culpas, sem censura ...
À mesa rasgam abertamente suas verdades, discutem sobre o relacionamento com os filhos, resgatam o significado do casamento, refletem a solidão, interagem pela amizade, disputam simpatias, partilham frustações, compartilham em conjunto as rotinas de uma família...
A maioria deles parece satisfeita aos seus títulos e projeções profissionais, não há mais o que almejar...
No entanto, a mais nova do grupo, ainda completando sua graduação em História, suscita ao companheiro, o desejo de consolidarem a relação, com a maternidade e a paternidade, idéia repudiada imediatamente pelo parceiro...
Parecem ter tudo, mas ao mesmo tempo, não se bastam, não são felizes...
Procuram no divertimento do sexo afujentar algo latente, talvez o medo da morte ou quem sabe da velhice...
O filme é uma ótima oportunidade para se refletir os nossos valores e confrontá-los com os destas pessoas...
O bizarro é a continuidade do pensamento milenar que o império americano adota para a construção de egos individualistas...
Nesta construção o que se vê: uma sociedade fria, hipócrita, libidinosa, debochada, dissoluta, imoral, pervertida, dissimulada e perversa ...
O roteiro é traçado para ser pensado o modo de vida de um grupo de pessoas pertencentes ao seleto mundo de intelectuais das Universidades do Quebec, Canadá.
Enquanto preparam o jantar, dois heteros, um homossexual e um bi-sexual discutem seus relacionamentos amorosos...
Em uma academia de ginástica, duas heteros e duas bi-sexuais do mesmo grupo, confessam suas fantasias amorosas...
A característica que mais se destaca no roteiro: a sede de vida do grupo buscada no sexo, apelando para o prazer carnal, sem traumas, sem culpas, sem censura ...
À mesa rasgam abertamente suas verdades, discutem sobre o relacionamento com os filhos, resgatam o significado do casamento, refletem a solidão, interagem pela amizade, disputam simpatias, partilham frustações, compartilham em conjunto as rotinas de uma família...
A maioria deles parece satisfeita aos seus títulos e projeções profissionais, não há mais o que almejar...
No entanto, a mais nova do grupo, ainda completando sua graduação em História, suscita ao companheiro, o desejo de consolidarem a relação, com a maternidade e a paternidade, idéia repudiada imediatamente pelo parceiro...
Parecem ter tudo, mas ao mesmo tempo, não se bastam, não são felizes...
Procuram no divertimento do sexo afujentar algo latente, talvez o medo da morte ou quem sabe da velhice...
O filme é uma ótima oportunidade para se refletir os nossos valores e confrontá-los com os destas pessoas...
O bizarro é a continuidade do pensamento milenar que o império americano adota para a construção de egos individualistas...
Nesta construção o que se vê: uma sociedade fria, hipócrita, libidinosa, debochada, dissoluta, imoral, pervertida, dissimulada e perversa ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário